Cozinhar, experimentar, degustar e, acima de tudo partilhar, são etapas que fazem parte de um processo criativo de uma forma tão natural como é, para a Comur, escrever a história e a realidade das conservas portuguesas desde 1942.

O apetite pela criatividade é uma característica do homem, desde sempre muito evidente na cozinha. A satisfação de inventar um estilo próprio passa por um processo intenso de trabalho, muitas vezes solitário, com um grande significado afetivo e identitário. A arte de cozinhar exige uma espécie de curadoria pessoal; sabedoria, conhecimento da história, tempo, experiências, concentração e, muito importante: paixão! A imaginação faz o resto.

O pulsar desta provocação a que gostamos de nos submeter enquanto seres humanos – o desafio e a incerteza, com a convicção de que o prazer pode ser proporcionado através da comida, exercita os sentidos e ativa as memórias. Nesse intervalo está criado o espaço para o processo criativo na cozinha e começa o jogo do equilíbrio dos contrastes entre os quatro sabores básicos – o doce, o amargo, o salgado e o azedo – e as formas, texturas e sabores.

Na Comur, colocámos a criatividade ao serviço do processo construtivo das nossas conservas, privilegiando, respeitando e realçando sempre a origem e o sabor do melhor peixe, em cerca de trinta variedades pautadas não apenas por ingredientes ou técnicas, mas pelo saber de séculos. Um processo de muitas horas a afinar a receita perfeita para que possa saborear algo único. Do bacalhau, polvo, corvina, cavala, linguado, lulas, carapau, robalo, petinga, peixe espada, sardinha, anchovas ou gambas que a Comur lhe oferece em conservas prontas a consumir, há toda uma infinidade de possibilidades criativas para explorar com o seu cunho pessoal, porque a versatilidade das conservas assim o permite.

E é desta forma que partilhamos consigo a curadoria do seu próprio processo criativo: entregamos o mar em conservas para que a sua imaginação flua em pleno e para que a sua criatividade não tenha limites. Do processo criativo à preparação dos ingredientes, à construção estética do prato, às pessoas, os lugares, os cheiros, a decoração, o ambiente… Tudo conflui para que possa brilhar e fazer daquele momento da refeição um momento especial criado por si, porque os prazeres da mesa convidam outros prazeres: os da vida.

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